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Netanyahu diz que restam reféns israelenses ‘o bastante’ para justificar guerra em Gaza

Primeiro-ministro de Israel afirmou que o governo fará ‘o melhor’ para recuperar aqueles que estão vivos e os corpos dos mortos; Joe Biden pede plano de segurança

  • Por Caroline Hardt
  • 11/02/2024 19h37 - Atualizado em 11/02/2024 19h38
EFE/EPA/CHRISTOPHE ENA / POOL MAXPPPBenjamin netanyahuAs autoridades de saúde em Gaza estimam que 28 mil palestinos, em sua maioria civis, foram mortos na região desde o início do conflito

O primeiro-ministro de Israel,Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo, 11, que a existência de 132 reféns vivos na Faixa de Gaza é “o bastante” para justificar a escalada do conflito contra o Hamas. “(É) o suficiente para justificar o tipo de esforços que estamos a fazer”, afirmou o primeiro-ministro. “Vamos tentar fazer o nosso melhor para recuperar todos aqueles que estão vivos e, francamente, também os corpos dos mortos”, completou. As autoridades de saúde em Gaza estimam que 28 mil palestinos, em sua maioria civis, foram mortos na região desde o início do conflito, em 7 de outubro do ano passado. A avaliação é que 70% das vítimas fatais sejam mulheres ou crianças menores de 18 anos.

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Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu a Netanyahu um plano que “garanta a segurança” da população de Rafah antes de qualquer ação militar. A solicitação ocorreu durante reunião na Casa Branca. Biden “reiterou sua opinião de que uma operação militar em Rafah não deve ser realizada sem um plano crível e realizável que garanta a segurança e o apoio aos mais de um milhão de pessoas que estão lá”, afirmou a Casa Branca.

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